9 de outubro de 2014

Lílian Zolet, autora do livro Parapsiquismo na Infância, concede entrevista ao Portal

Livro foi publicado recentemente pela Editares


Editor: Eliane de Pinho

Livro foi publicado recentemente pela Editares

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Sobre a autora:

Lilian Zolet é graduada em Psicologia e Fisioterapia, especialista em Saúde Pública e Saúde da Família. Atualmente é psicóloga clínica. Nasceu em Guarapuava, PR. Conheceu a Conscienciologia em 1998. Pesquisadora, docente e autora de vários artigos científicos, vem colaborando em diversas Instituições Conscienciocêntricas, especialmente na área da Parapercepciologia. É organizadora e coautora do Manual do Acoplamentarium (2011) e do Livro Acoplamentarium Primeira Década (2013). No voluntariado, dedica-se principalmente as áreas de gestão, docência e pesquisa.

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Sobre o livro:

Fundamentado no Paradigma Consciencial e inspirado nos questionamentos frequentes dos pais e crianças participantes da Dinâmica Parapsíquica das Crianças e Adolescentes, este livro oferece informações e técnicas específicas para desenvolver as parapercepções, assim como aborda soluções e terapias para os problemas vinculados ao parapsiquismo.

A autora observou que parte dos conflitos relacionados ao parapsiquismo tem como base a insi­pi­ên­cia de pais e filhos. Porém, quando os responsáveis compreendem os princípios lógicos da dinâmica anímica e parapsíquica, conseguem tratar o tema de modo maduro e sadio.

O livro foi estruturado em perguntas e respostas, das mais simples às mais intrigantes, re­la­ci­o­nadas às parapercepções das crianças e adolescentes os quais sem respostas, procuram seus genitores no mais ingênuo aber­tismo e fran­que­­za.

A obra é indicada aos pais, educadores e jovens dispostos a conhecer seus talentos bioenergéticos e parapsíquicos com o objetivo de propiciar a antecipação da maturidade consciencial através da compreensão da multidimensionalidade, dos parafenômenos, da interassistencialidade e da Cosmoética.

Entrevista

1. Uma área de pesquisa que você tem se dedicado é o Parapsiquismo e especificamente, a Parapercepciologia. Como começou seu interesse por esta área?

Lílian Zolet: Meu interesse pela Parapercepciologia surgiu na pré-adolescência, devido aos fenômenos parapsíquicos que vivenciava, a exemplo da clarividência, da clariaudiência, acoplamento energético, assimilação energética e projeção. Nesse período, muitas vezes atuava como “esponja parapsíquica” nos ambientes e com as pessoas, ou seja, assimilava as energias e não conseguia desassimilar gerando desconforto e mal-estar. Para sair de tal condição, busquei estudar profundamente o temperamento pessoal, meu “jeitão de ser”, os trafores e os trafares, e a correlação desses fatores com o parapsiquismo pessoal. Faço isso até hoje.

2. Como você acessou as ideias da Conscienciologia? E atualmente, como é seu voluntariado?

Lílian Zolet: Quando fui morar em Curitiba, PR, com aproximadamente 16 anos, minha irmã indicou o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), na mesma semana efetivei a inscrição no curso Bioenergias sem Muro. Por ser totalmente prático, este curso foi essencial para a compreensão dos parafenômenos. Hoje, revaliando esta experiência, noto que os debates, as práticas energéticas realizadas naquele curso otimizaram a recuperação de cons (unidade de lucidez) e o alinhamento quanto à programação existencial (Proéxis). O que mais me marcou nesse período foi ter encontrado um grupo de pessoas afinizadas com a pesquisa e o esclarecimento da multidimensionalidade, me senti em casa, entre amigos.

Após, comecei a fazer todos os cursos do IIPC, até tornar-me voluntária e professora da Conscienciologia. Atualmente sou voluntária da União das Instituições Conscienciocêntricas Internacional (UNICIN) e epicentro consciencial (Epicon).

3. Poderia falar sobre o processo de escrita do seu primeiro livro, a respeito do Acoplamentarium? Qual o significado dessa obra em seu processo de autopesquisa e também para a divulgação desse laboratório voltado para o desenvolvimento da clarividência e outras habilidades parapsíquicas?

Lílian Zolet: O Manual do Acoplamentarium foi o primeiro livro o qual eu organizei e fui coautora conjuntamente com o Flávio Buononato. Esse livro foi o resultado de aproximadamente 7 anos de trabalho e pesquisa realizado no laboratório. Considero um marco pessoal e grupal para a equipe do curso. O Acoplamentarium é um laboratório que possibilitou a autopesquisa realística do perfil parapsíquico pessoal, a identificação dos trafores e trafares, o trabalho em equipe e a gescon. Ao meu ver, o laboratório atua aos moldes de uma incubadora, potencializando os atributos conscienciais, o extrapolacionismo parapsíquico e a convivialidade com a equipe de amparadores. Vendo todos esses benefícios do Acoplamentarium, eu e o Flávio não tivemos “saída” e tentamos replicar aos demais pesquisadores uma pequena parcela da magnitude do trabalho interassistencial realizado no laboratório, tanto intra quanto extrafisicamente através da escrita.

4. Como surgiu a ideia e a motivação para escrever seu livro recém-lançado pela Editares, “Parapsiquismo na Infância: Perguntas e Respostas”?

Lílian Zolet: O livro Parapsiquismo na Infância foi inspirado nos questionamentos frequentes dos pais e crianças participantes da Dinâmica Parapsíquica das Crianças e Adolescentes, realizada no CEAEC. A obra foi estruturada na forma de perguntas e respostas relacionadas às parapercepções dos jovens, descritas em linguagem acessível, de modo prático.

No decorrer do livro, o leitor encontrará relatos de casos, entrevistas, assim como indicações de livros, artigos, verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, filmes e documentários, para facilitar a compreensão dos conceitos e esclarecer tecnicamente possíveis dúvidas sobre os parafenômenos.

5. A quem é destinado esse livro?

Lílian Zolet: O livro é indicado a pais, educadores e jovens dispostos a conhecer os próprios talentos parapsíquicos, ampliando a compreensão da multidimensionalidade, dos parafenômenos, da interassistencialidade e da Cosmoética.

6. Pessoas mais religiosas e também as mais materialistas, tendem a desconsiderar as parapercepções, principalmente entre as crianças. Qual a importância de dar atenção a estas parapercepções desde cedo?

Lílian Zolet: Atualmente, verifica-se que várias crianças possuem dificuldade de expressar e relatar as experiências parapsíquicas pessoais aos familiares, devido à educação recebida, embasada na cultura materialista e/ou religiosa vigente. Diante disso, é necessário informar e esclarecer as pessoas sobre a realidade multidimensional, retirando a bagagem mística, ocultista e manipuladora vista outrora. O desenvolvimento parapsíquico desde a tenra idade favorece a criança a aprender a lidar com as assimilações e desassimilações energéticas inevitáveis no dia a dia, propiciando o bem-estar, a motivação e a autoestima. Outro fator importante está relacionado à maturidade, tanto parapsíquica quanto emocional, que a criança desenvolve ao trabalhar lucidamente com as energias, otimizando a recuperação de cons, essencial para a consecução da programação existencial.

7. Compreender o parapsiquismo, identificar as parapercepções e orientar corretamente as crianças quanto a essa questão seria também uma forma de melhor receber os novos intermissivistas?

Lílian Zolet: Com certeza. Atualmente as Instituições Conscienciocêntricas (ICs) estão cada vez mais se profissionalizando para atender as novas demandas dos intermissivistas. As tertúlias, a Enciclopédia da Conscienciologia, a Holoteca, o Holociclo, os laboratórios, os cursos e as palestras são exemplos dessa ampliação da ciência.

8. Você identificou uma linguagem mais adequada para orientar as crianças quanto a suas percepções parapsíquicas e identificação da sinalética energética pessoal? Há essa abordagem no seu livro?

Lílian Zolet: Sim. É necessário adaptar as atividades energéticas e parapsíquicas para cada fase de desenvolvimento da criança. As crianças podem não ser capazes de verbalizar suas vivências parapsíquicas com precisão quando questionadas diretamente, mas em geral, conseguem transmiti-las por meio de desenhos ou fazendo analogia com filmes. Esse aspecto não é uma receita de bolo, pode variar de acordo com a maturidade consciencial do infante. O importante é os pais e/ou educadores não utilizarem linguagem infantilizada com a criança, mas sim clara, objetiva, com exemplos práticos, contribuindo para a reflexão, refutação e a criação de hipóteses para as parapercepções da criança. No livro abordo várias técnicas energéticas mais eficazes com os jovens.

9. De acordo com seus estudos nessa área, considera que em algum momento o parapsiquismo será assunto tratado nas escolas?

Lílian Zolet: Atualmente a ciência Conscienciologia e Projeciologia vêm ganhando a cada dia mais espaço na Socin (sociedade intrafísica). Existem inúmeras atividades e projetos já realizados pela Conscienciologia em escolas Brasileiras e Paraguaias. Tais Projetos sociais levam o arcabouço de conhecimento da Conscienciologia para todas as pessoas interessadas, a exemplo de oficinas, palestras e cursos, essas atividades são desenvolvidas por voluntários professores da Conscienciologia de modo gratuito.

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10. Além desses dois livros, você também tem se dedicado à escrita de verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia. Observa-se que também são voltados à temáticas relacionadas ao parapsiquismo. Um deles é “Travão Parapsíquico”. Quais fatores você considera serem os principais “travões parapsíquicos” e o que muda na vida da pessoa na medida em que desenvolve este potencial?

Lílian Zolet: A meu ver, os trafares que permeiam o travão parapsíquico são o arrogo, a autocrítica exagerada, o autofracasso, a autossubjugação, a carência afetiva, a inibição emocional, o pessimismo e a vitimização. Todos esses aspectos são abordados no verbete “Travão Parapsíquico” de modo mais detalhado. Entretanto, hoje nos deparamos com centenas de técnicas da Conscienciologia que podem otimizar o destravamento parapsíquico, basta apenas querer e arregaçar as mangas.

11. Poderia nos contar sobre seus hábitos de leitura e escrita? O quem aprendido e desenvolvido ao priorizar estas áreas?

Lílian Zolet: Desenvolvi o gosto por estudar, ler e escrever. Tenho uma rotina diária de leitura e escrita. Todos os dias, desenvolvo alguma ideia para um futuro verbete, artigo ou livro, virou uma diversão produtiva e altamente motivadora. A escrita tarística alavanca neopatamares evolutivos, percebo isso na tenepes e agora, na condição de epicentro consciencial.

12. Algo mais? Uma mensagem aos leitores?

Lílian Zolet: Desejo que esse livro venha a contribuir para a desdramatização e desmistificação da educação parapsíquica. Para alcançar esse objetivo, sei que são necessárias mais pesquisas e livros sobre o assunto. Fica o convite aos pais, crianças, adolescentes, cuidadores, professores e pesquisadores interessados no desenvolvimento do autoparapsiquismo interassistencial lúcido para investigar, refutar e propor novas ideias para as hipóteses estabelecidas no livro, no sentido de avançar as verdades relativas de ponta da Conscienciologia.

*. Entrevista cedida à Eliane de Pinho, no período de 30 de julho a 1º de agosto de 2014, para o Portal da Conscienciologia.

 


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